segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ford mostra a linha Mustang 2013 no Salão de Los Angeles

A Ford está expondo no Salão de Los Angeles a linha Mustang 2013, que começa ser vendida no segundo trimestre do ano que vem nos EUA. O modelo será apresentado pela primeira vez em três versões especiais: Boss 302, Boss Laguna Seca e Shelby GT500 com motor de 659 cv.
O Mustang continua com o visual agressivo, mas obteve aumento do conteúdo de tecnologia embarcada. Nos modelos V6 e GT, os faróis HID são acompanhados por duas barras de LEDs. As soleiras agora são da cor da carroceria. A traseira ganhou um painel preto brilhante e lanternas com LEDs e lentes fumê, que mantêm a conhecida luz de pisca sequencial.
A versão com motor 5.0 passa a ter 426 cv e a opção de transmissão automática de seis velocidades SelecShift, que permite trocas manuais. Outras novidades são: assistência de saída em rampas, tela de LCD de 4,2 polegadas, com informações de desempenho e consumo, e o Track Apps, que permite controlar a aceleração a frenagem.
Os Mustangs Boss 302 e Boss Laguna Seca 2013 têm a nova opção de cor amarela "School Bus" com listras escuras refletivas, para homenagear o modelo que competiu no Trans-Am Championship em 1970, com o piloto Parnelli Jones. Possui motor de 450 cv, com transmissão manual de seis velocidades. A tração traseira usa uma relação de 3,73:1 e o diferencial tem discos de fibra de carbono para melhor desempenho e durabilidade.
Baseada no modelo GT, a suspensão foi rebaixada e refinada com novas molas, buchas e barra estabilizadora maior, além de contar com estrutura e amortecedores ajustáveis. As rodas de 19 polegadas são calçadas com pneus 255/40ZR-10 na frente e 285/35ZR-19 na traseira. Os freios Brembo, de quatro pistões, contam com ABS. O Boss Laguna Seca tem suspensão mais rígida, mais kits aerodinâmicos e perdeu os bancos traseiros para reduzir peso e se tornar mais adequado ao uso em circuitos.
O novo Mustang Shelby GT500 obteve praticamente todos os sistemas aprimorados, incluindo motor, freios, transmissão, suspensão, eixos, embreagem e cardã em fibra de carbono. O design da carroceria foi trabalhado para melhorar a aerodinâmica e a refrigeração, incluindo extratores de calor no capô. O novo motor V8 de 5.8 litros, de alumínio, gera 659 cv e torque de 82,9 kgfm.
Os controles eletrônicos de estabilidade e tração podem ser desabilitados para dar total controle do carro ao motorista. As rodas são de 19 polegadas na frente e 20 polegadas na traseira, com pneus Goodyear Eagle F1 SuperCar. Há também a opção de amortecedores com ajuste eletrônico e limitador do diferencial e os freios Brembo de seis pistões usam pastilhas com novos compostos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sistema ABS 300 C CHRYSLER


Nesta aula de número 36, sobre sistemas de freio antiblocante, temos o terceiro aniversário de aulas sobre ABS no Jornal Oficina Brasil, e é claro, que quem ganha o presente é você, nosso leitor, a quem dedico tempo, experiência e conhecimento, com muito prazer, todos os meses.
Vamos aos detalhes do Chryler 300 C ANO 2009 3.5:
Alimentação elétrica:
A ligação direta com a bateria para a alimentação de memória de códigos de falhas é feita pelos pinos 1 e 32 da unidade eletrônica do ABS. Os pinos 16 e 47 são o aterramento, enquanto o terminal 8 recebe a linha 15, pós chave de ignição.
Componentes:
Unidade eletrônica - ECU
Fica montada em conjunto com a unidade hidráulica, porém um pouco distante do cilindro-mestre de freio, fixa em um suporte junto da longarina dianteira direita.
É, ao mesmo tempo, a unidade do controle antiblocante de freio ABS, BAS que é a distribuição da pressão e do ESP, controle eletrônico de estabilidade. Assim utilizando basicamente os mesmos componentes e um software na ECU eletrônica, temos dois sistemas de segurança ativos, o de freio e o de estabilidade.
Recebe os sinais de rotação de cada uma das rodas do veículo, podendo fazer a comparação entre estas, e tomar, como ação a isolação ou diminuição da pressão, na unidade hidráulica, na roda com tendência ao travamento.
Está ligada em rede de comunicação com as unidades de injeção eletrônica, gasolina ou diesel, câmbio automático eletrônico e piloto automático. A rede é chamada CAN C de comunicação entre estas unidades.
Através do pino 25 a ECU recebe o sinal de pedal de freio acionado, pois está ligado ao interruptor de pedal de freio.

Alimentação elétrica da ECU Eletrônica:
PINOS / SISTEMA 300 C
ATERRAMENTO 16 – 47 
POSITIVO 01 – 08 – 32

Unudade hidráulica
Integrada à unidade eletrônica, fazendo parte do mesmo conjunto, está mecanicamente ligada ao cilindro-mestre de freio por dois tubos e através dos quatro canais, faz a distribuição hidráulica a cada uma das rodas. De acordo com a ação determinada pela ECU como isolação ou redução da pressão do circuito com tendência ao travamento, ou ainda de acionamento da bomba de recalque para reduzir a pressão (ABS) ou aumentar a pressão em uma determinada roda motriz para diminuir sua velocidade (ESP).
Para o controle de isolação ou redução de pressão temos oito solenóides que estão dentro da unidade hidráulica:
• Isolamento traseira direita
• Diminuição traseira direita
• Isolamento traseira esquerda
• Diminuição traseira esquerda
• Isolamento dianteira direita
• Diminuição dianteira direita
• Isolamento dianteira esquerda
• Diminuição dianteira esquerda
O aterramento da bomba de recalque é direto na carcaça e suporte do conjunto de unidades eletrônica e hidráulica.
Sensores
Temos, além dos sensores das rodas, uma sequência de sensores dinâmicos do sistema ESP.
Por ser um sistema do tipo 4S4K (quatro sinais e quatro canais) temos um sensor de velocidade (rotação) por roda, sendo do tipo hall.
O acesso aos conectores dos sensores é facilitado pela parte inferior dos pára-lamas, onde podemos testar cada sinal de sensor com o osciloscópio ou multímetro automotivo em freqüência (hertz). O sistema de freio é disco nas quatro rodas, sendo disco/tambor no eixo traseiro.
Os sensores estão ligados à ECU eletrônica da seguinte forma:
Dianteiro esquerdo – pinos 45 e 46
Dianteiro direito – pinos 23 e 34
Traseiro esquerdo – pinos 36 e 37
Traseiro direito – pinos 42 e 43

Comentários do
Scopino ao reparador
Um veículo bem diferente e que chama muito a atenção só pelo fato de estar na oficina para reparos é uma realidade, ao fazermos a manutenção no 300 C.
Em relação ao sistema de controle de freio, temos a utilização dos mesmos sinais e componentes para fazer um controle diferenciado, o de estabilidade, ou seja, a mesma ECU do freio ABS faz o monitoramento das rodas e os sensores dinâmicos fazem o controle sobre inclinação e perda de dirigibilidade, e assim, através de acionamento do sistema de freio, no sentido de diminuir uma ou duas rodas do lado de dentro ou de fora de uma curva por exemplo, trazem o veículo de volta para uma trajetória segura. Este é o ESP. É muita tecnologia para disponibilizar segurança aos usuários.
Um detalhe que tenho percebido neste veículo, é o desgaste prematuro das sapatas do sistema de freio de estacionamento ocasionado por esquecimento do motorista, já que a indicação é através de uma pequena lâmpada no painel.






quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Renault Duster: seu cliente vai ter um



O crescimento do mercado SUV’s no Brasil é expressivo, de 2005 para cá, o número de veículos desse tipo nas ruas se multiplicou em 16 vezes (cerca de 13 mil para mais de 200 mil unidades). Sendo assim, o Renault Duster deve avançar rapidamente nas vendas, visto também os atributos que pudemos conhecer neste lançamento.
O Duster já é comercializado na Europa, porém, antes de ser produzido no Brasil, passou por um desenvolvimento que levou dois anos, onde o modelo recebeu adaptações para se adequar não só quanto ao conjunto mecânico e eletrônico, mas também as preferências estéticas do consumidor brasileiro.

Este processo ficou a cargo da RDAL (Renault Design America latina) e RTA (Renault Tecnologia s Americas). A primeira desenvolveu um novo habitáculo, para choque traseiro e itens de personalização, já a RTA cuidou de desenvolver novos conjuntos de motor e câmbio, fazer ajustes de suspensão com novas molas e amortecedores, além de tratar do conforto acústico. No total são 774 novos componentes.
Motores
O 1,6 l 16 v Hi flex é derivado do Sandero Stepway e recebeu novo mapeamento e sistema de partida a frio com válvula injetora de combustível. A potência é de 115/ 110 cv (etanol/ gasolina) a 5750 rpm e o torque é de 15,5/ 15,1 kgfm (etanol/ gasolina) a 3750 rpm. Este motor equipa apenas a versão 4x2 com câmbio manual e não deixa a desejar com os mais de 1200 kg do Duster.

O 2,0 l 16v Hi flex equipa, além da manual, as versões com câmbio automático e com tração 4x4. Se o 1,6 não deixa a desejar, o 2,0 surpreende, não só pelos 142 cv a 5500 rpm que produz quando abastecido com etanol, mas também pelos 20,9 kgfm de torque as 3750 rpm. O melhor desempenho do motor de 2 litros que equipa o Duster, em relação aos já disponíveis hoje, no mercado, se deve as 44 novas peças que são utilizadas e o aumento da taxa de compressão, que foi de 9,8:1 para 11:1. A partida dá a frio também recebeu válvula injetora.
Transmissão
Quando equipado com o motor de dois litros, o Duster pode ser comercializado com câmbio manual de seis marchas com tração 4x2 ou 4x4 (com relações de marchas e de diferencial mais curtas), ou câmbio automático BVA, enquanto o 1,6 l utiliza apenas câmbio manual de 5 marchas. No total serão três câmbios manuais com relações diferentes de marcha e diferencial.
Os conjuntos
A Renault informou que os conjuntos foram pensados e desenvolvidos visando também ao conforto nas arrancadas.

Mesmo sem verificar a curva de torque destes motores, é possível perceber que não há muita quantidade disponível em baixas rotações, e por isso é preciso certo esforço para manter a suavidade nas saídas de farol.

A movimentação da alavanca nas arrancadas e retomadas de velocidade pode ser percebida mesmo nos veículos novos, portanto fique atento caso haja reclamação de seu cliente para não realizar trocas desnecessárias de componentes.

No modelo com tração 4x4, as relações de marcha reduzidas dão mais agilidade para o Duster maior robustez no off road, mesmo com os 80 kg adicionais e a tração 4x4 acionada. Este conjunto, que equipa a versão topo de linha (R$64 mil) ainda traz suspensão traseira do tipo multi-link, ao invés da semi-independente das outras versões, que dá um comportamento superior e maior versatilidade para transpor obstáculos. 

O câmbio automático BVA de quatro marchas em conjunto com o motor de 2 litros tem ótimo desempenho e suavidade.

A patinação do conversor de torque é controlada e as trocas são precisas. O modo sequencial também tem ótimo funcionamento e só reduz marcha automaticamente caso o botão no fundo do acelerador (kick down) seja pressionado, porém as trocas no limite de rotação são automáticas e a da primeira para segunda acontece próximo as 5500 rpm.

Observe na ficha técnica fornecida pela Renault que os motores 2.0 Hi-flex têm melhores números de consumo de combustível que o de 1,6 litro, o que pode ser um indicio de que este conjunto seja ‘beberrão’. Em todos os modelos há uma alto nível de ruído oriundo do sistema de admissão de ar do motor, que pode ser proposital para maior sensação de potência, mas que chega a incomodar em altas rotações devido à ressonância causada na cabine.
Off Road
O tipo de tração pode ser escolhida através de um botão no console central, entre 2WD (apenas rodas da frente) que favorece o consumo e a agilidade em vias urbanas, Auto, que distribui o torque entre as quatro rodas, de acordo com as condições de piso, e Lock, que bloqueia a distribuição de torque de forma igual para as quatro rodas.

A proposta off Road do Duster é relevante. A absorção das irregularidades, mesmo em velocidades mais altas é excelente e transmite segurança. Em nenhum momento foi percebido fim de curso nos amortecedores e movimentação excessiva da suspensão ou carroceria, mostrando que o conjunto é realmente robusto para esta situação.

A sensação de robustez neste tipo de terreno só é abalada pela extrema vibração do volante junto com a coluna de direção, que passa a impressão de estar solta ao passar por obstáculos.

Toyota lança Hilux e SW4 2012 com novos itens de série e motor flex

A Toyota está lançado a nova linha 2012 da picape Hilux e do utilitário esportivo SW4. Ambos receberam modificações no desenho exterior e interior, além de ganhar novos equipamentos de conforto e segurança. O objetivo da montadora é manter os dois modelos na liderança do mercado brasileiro nos seus respectivos segmentos, comercializando 35 mil unidades da picape e 8.800 unidades do SUV. As vendas iniciam no primeiro trimestre de 2012.
A principal inovação foi a introdução do motor 2.7 VVT-i Flex Fuel para os dois modelos. Desenvolvidos especialmente para o Brasil, o conjunto foi criado para aplicação exclusiva nos comerciais leves da Toyota. Rende 163 cv a 5.000 rpm, quando abastecido com álcool, e 158 cv a 5.000 rpm com gasolina. O torque máximo com etanol ou gasolina é de 25 kgfm a 3.800 rotações.
O diferencial da Hilux está no desenho exterior, que recebeu um estilo frontal mais agressivo, com novos faróis que avançam para além das dimensões da carroceria, novo para-choque de aspecto mais robusto e envolvente. O capô também foi redesenhado, ganhando vincos marcantes que se harmonizam com a nova grade dianteira trapezoidal de dimensões maiores em comparação com a anterior.
A frente do novo SW4 segue a mesma linha da picape, com modificação no desenho do para-choque, que recebeu uma máscara negra na região dos faróis de neblina. Os faróis principais se destacam por apresentar luz de xenônio autoniveladora, com lavadores, mais uma novidade no veículo. Assim como na Hilux, as molduras dos para-lamas foram redesenhadas. A traseira tem novas lanternas, com novo desenho das lâmpadas com LED e cantos com vincos marcantes. A terceira luz de freio, antes vermelha, agora é translúcida. 
Internamente a Hilux recebeu uma tonalidade mais escura no acabamento do painel central e das portas. O painel de instrumentos foi redesenhado. O painel central, que concentra as informações do áudio e do ar-condicionado, apresenta um desenho horizontal que proporciona maior sensação de espaço aos ocupantes.
O volante também foi substituído por outro mais sofisticado e inclui detalhes cromados e comandos de som no volante. A SW4 adotou as mesmas alterações, com a diferença na mescla da tonalidade bege com o cinza escuro do painel e com adição do padrão madeira no volante e no acabamento das portas.
A Hilux agora tem a nova versão SRV TOP automática, que se posiciona acima da atual SRV, disponível com câmbio automático e manual. O modelo se diferencia pelas novas rodas de liga leve de 17 polegadas e por vir de série equipada com controle de estabilidade e tração e com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BAS). Para a picape a inovação foi o retorno do SW4 Diesel com cinco lugares. A versão com sete lugares do permanece à venda.
Disponível em oito versões, a Hilux oferece uma ampla lista de equipamentos como direção hidráulica progressiva, ar condicionado, coluna da direção regulável em altura, fechamento da caçamba por meio de chave (cabine dupla), assento traseiro rebatível, banco do motorista com regulagem de altura, relógio digital e limpador de pára-brisa com temporizador de velocidade.
Outros itens são os freios ABS, vidros, travas e retrovisores elétricos, airbag duplo frontal e sistema de som que reproduz CD, MP3 e WMA.  São novidades nessa versão as conexões USB e Auxiliar do sistema de som compatível com iPhone  e iPod e os novos pneus de medida 265/70 R16, juntamente com as novas molduras dos para-lamas.
Para o novo SW4 está disponível a versão de acabamento SRV, equipada com câmbio automático e disponível com os motores diesel e V6 a gasolina. O modelo teve a introdução de airbags laterais e do tipo cortina, que se somam às bolsas frontais já presentes no veículo. Também foi adicionado ao modelo o acendimento automático dos faróis, como parte integrante do novo conjunto óptico dianteiro, que conta com luz de xenônio com lavadores e regulagem de altura.
Os demais novos equipamentos de conforto e conveniência para o veículo são sistema de áudio touchscreen com tela de 6,1 polegadas e câmera de ré, conexão Bluetooth com microfone localizado no console do teto, conexões USB e Auxiliar do sistema de som compatível com iPhone e iPod, novas rodas de liga leve de 17 polegadas e controle de estabilidade e tração com assistência e distribuição eletrônica de frenagem (BAS e EBD).

A Hilux nas versões SR, SRV e SRV TOP ainda conta com o tradicional motor diesel 3.0L 16V D-4D, com potência de 163 cv a 3.400 rpm e torque plano de 35 kgfm, disponível a partir de 1.400 rpm até 3.200 rpm. Para os modelos Chassi/Cabine e Standard tem o motor diesel 2.5L 16V D-4D, que gera 102 cv de potência a 3.600, com torque plano de 26,5 kgf.m, entre 1.600 e 2.400 rpm.
A SW4 diesel é equipada com o propulsor 3.0L 16V D-4D. Para quem privilegia desempenho e um uso mais urbano do utilitário esportivo, a Toyota dispõe da versão de motorização V6 a gasolina, com 238 cv de potência a 5.200 rpm e torque de 38,3 kgf.m a 3.800 giros. 
A Hilux possui transmissão manual de cinco velocidades para toda a linha da picape, até a versão SRV, e automática de quatro velocidades com gerenciamento eletrônico de troca de marchas (ECT), para as versões SRV e SRV TOP. O SW4 está disponível com a mesma transmissão automática de quatro velocidades.
O sistema de suspensão dianteiro da Hilux é independente, com barra estabilizadora, braços duplos triangulares e molas helicoidais, configuração presente nos automóveis de passeio, que torna a picape mais suave. A suspensão traseira é formada por um eixo rígido com molas semi-elípticas de duplo estágio. Na SW4 o diferencial é a suspensão traseira, do tipo independente, com braços 4-link, configuração que privilegia o conforto dos ocupantes.
A Hilux está disponível com trações 4x2 (traseira), 4x4 e 4x4 reduzida. O engate é feito por intermédio de alavanca postada ao lado do câmbio. A picape possui desacoplamento automático do diferencial (ADD), um sistema automatizado que acopla e desconecta o semi-eixo dianteiro do diferencial de acordo com o tipo de tração selecionado, sem que o motorista tenha que descer do carro para efetuar a operação manualmente. O SW4 é dotado de tração 4x4 permanente com reduzida. A Hilux tem preço inicial de R$ 80.160,00 e a SW4 começa em R$ 157.000,00.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Azera 2012 custa R$ 109.900



 
Para quem acompanhou as novidades da televisão neste final de semana, pode ter notado que a Hyundai já está divulgando a versão 2012 do Azera. A Carro Online apurou junto a algumas concessionárias da marca sul-coreana o preço do sedã. A geração anterior do Azera contava com uma versão única, equipada com um motor 3.3 V6 de 245 cv e 30,9 mkgf de torque. Este propulsor continua, mas agora, serão duas versões: a completa sai por R$ 109.900 e a “completíssima” custa R$ 119.900

Contudo, conforme informado por vendedores da marca, esse valor deverá ser ajustado em R$ 10.000 após este período de pré-venda. É necessário esperar 3 meses para retirar o carro e um sinal de 10% de seu valor também faz parte do negócio. Outro ponto que deve ser frisado é o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Até a chegada do novo Azera, a nova alíquota deverá entrar em vigor definitivamente e o preço deve subir os 30 pontos percentuais previstos pela nova medida. 

O novo conjunto óptico e os novos desenhos do para-choque traseiro e dianteiro são as mudanças mais notáveis na parte de fora do sedã. Por dentro, segundo alguns concessionários, a mudança foi mais acentuada. Os bancos de couro, o acabamento em madeira e as peças de aço polido são de série em ambas as versões. A versão top de R$ 119.000 conta ainda com teto solar e faróis de xenônio.