quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Volkswagen lança Touareg na versão esportiva R-Line

A Volkswagen está lançando no Brasil a versão esportiva do utilitário Touareg na linha R-Line. A gama conta com itens visuais diferenciados, desenvolvidos pela divisão Volkswagen R GmbH, especializada neste segmento. O pacote foi apresentado no ano passado com o lançamento do Passat CC R-Line.
O veículo tem motor V8 FSI 4,2 litros, com 360 cv, e tração permanente nas quatro rodas, com a força do motor distribuída por meio de um diferencial Torsen e bloqueio eletrônico do diferencial nos dois eixos. O conjunto mecânico permite que o veículo enfrente aclives de até 31 graus. A suspensão pneumática com controle eletrônico tem sistema de nivelamento automático, ajuste de altura em relação ao solo e da rigidez dos amortecedores.
Com o estilo da montadora alemã, o automóvel ganhou diversos detalhes exclusivos, como acabamento preto brilhante da grade do radiador superior, faixas cromadas, para-choque no nível intermediário, pintado na cor da carroceria, entre outros.  O visual lateral é reforçado pelas rodas de liga-leve “Mallory”, com 20 polegadas e pneus 275/45 R20.
Os faróis bi-xenônio com nivelamento automático, iluminação direcional nas curvas e LEDs (diodos emissores de luz) são de série. Dois conjuntos, de 15 LEDs cada um, são agrupados em torno dos faróis principais, em uma configuração tridimensional para que a “assinatura” de seu formato identifique a imagem do Touareg à noite.
Internamente, o destaque fica por conta da descrição R-Line nas soleiras das portas, de aço inoxidável, nos apoios de cabeça dos bancos dianteiros e na base do volante multifuncional com formato esportivo, revestido de couro e com aquecimento. O conjunto recebe ainda pedais de aço inoxidável e câmbio também vem com acabamento de couro e detalhes de alumínio.
Os assentos dianteiros são climatizados, com 12 ajustes elétricos e acabamento de couro com dois tons, cinza e preto. O banco do motorista oferece três posições de memória. Na traseira, há difusor texturizado, em preto fosco, juntamente com as ponteiras de escapamento ovais, integradas ao para-choque redesenhado e exclusivo. O visual da parte posterior é complementado por um dinâmico aerofólio.
Entre as tecnologias do Touareg está o “Area View”, que permite uma visão abrangente de 360 graus em torno do carro. Recurso muito útil para manobras. O sistema de som premium “Dynaudio Confidence” de alta qualidade, com amplificador digital de 12 canais e potência total de 620W.
O sistema de som e navegação “RNS 850” dispõe de DVD player, comando de voz e uma tela touchscreen de oito polegadas. As informações podem ser armazenadas no disco rígido de 60 gigabytes. Ainda há o detector de fadiga, que percebe a perda de concentração do motorista e o avisa por meio de um sinal auditivo com cinco segundos de duração.
Nos opcionais há o ACC (controlador automático de velocidade e distância) e o Front Assist, que integrado ao ACC, ajuda a evitar colisões frontais, mesmo quando o ACC estiver desligado. Há também o Side Assist, no qual dois sensores por radar posicionados na traseira do Touareg monitoram a aproximação de outros veículos em ângulos cegos. Para auxiliar no estacionamento o modelo contam com o Rear Assist.

**Fonte: http://www.omecanico.com.br

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Peugeot 2008 revelado



As primeiras imagens do conceito Peugeot 2008 vazaram na internet antes mesmo do lançamento oficial do modelo no Salão de Paris. O veículo foi criado com base na plataforma do hatch 208 e é uma evolução do Urban Crossover, conceito urbano, apresentado no mês de abril durante o Salão de Pequim. A previsão é de que o modelo seja lançado já em 2013.

Segundo informações divulgadas pela própria montadora francesa na China, o Urban Crossover teve o seu desenvolvimento concebido pelos centros de estilo de Xangai, Paris e São Paulo. Visualmente a grande semelhança entre o 2008 e a versão hatch aparece nas lanternas que tem formato igual. A Peugeot não revelou maiores informações sobre o crossover, mas sabe-se que ele medirá 4,14 m de comprimento e 1,74 m de altura.
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Audi divulga preços do A1 Sportback




A Audi divulgou os preços do novo A1 Sportback (4 portas). O lançamento da marca alemã estará disponível a partir da segunda quinzena deste mês e chega ao país em duas versões: Attraction, que conta com motor 1.4 turbo FSI de 122 cv, com preço de R$ 94.900; Ambition que é equipada com motor 1.4 TFSI de 185 cv, que traz um inédito sistema de funcionamento com compressor Rotts e turbo, com preço de R$ 114.900.

Nota: segundo a Audi, o Sportback Ambition acelera de 0 (zero) a 100 km/h em apenas 7s com velocidade máxima de 227 km/h.



 














segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Prius é a primeira peça do seu futuro



Carros híbridos soam como coisa de gringo por aqui e, seja sincero, você mal sabe como funcionam. No entanto, devagar e silenciosamente como seus motores elétricos, eles vão chegando para explicar. Agora você terá a chance de conviver com mais um desses modelos que serão as peças-chaves no seu cotidiano em um futuro próximo.

Lançado em 1997 no Japão, o Toyota Prius surgiu como uma realidade aceitável na busca para diminuir emissões de poluentes e consumo de combustível no planeta, sem que você sacrificasse o seu modo de vida. Um motor elétrico trabalhando em sinergia com outro a combustão, com grande autonomia e produzido em larga escala era uma ideia tão complicada quanto a paz na Palestina. Mas a Toyota o fez. Em pouco tempo ele ganhou as ruas da Europa e dos EUA e tornou-se referência para as montadoras
Passados 15 anos, ele já está na 3ª geração, deu vida a 18 modelos com propulsão híbrida da marca e levou a Toyota ao topo do ranking de vendas desse tipo de veículo. De 1997 para cá, já são mais de 4 milhões de unidades no mundo. Isso sem falar no estímulo que gerou na concorrência.

O modelo que chega ao Brasil em outubro é o da atual geração, apresentada durante o Salão de Tóquio de 2011. É o mesmo que toma de assalto as ruas da Califórnia, Nova York, Tóquio e Amsterdã. Ele tem motor 1.8 de 99 cv – que trabalha em ciclo Atkinson, diferente do ciclo Otto convencional – de estrutura compacta, e está preparado para atuar junto com o propulsor elétrico, que gera mais 39 cv combinado ao da gasolina

Guardadas as devidas proporções, o Prius é o Fusca dos híbridos, o "híbrido do povo". Por aqui, o fator que complicará essa máxima mundial será o preço. Sem os incentivos fiscais que fazem dele um carro de valor aceitável nos EUA e na Europa, onde há bons descontos para híbridos, e com a xenofobia tributária imposta pelo governo, o Prius custará, no mínimo, R$ 130.000. Sem impostos e no pior dos cenários, ele teria preço próximo dos R$ 70.000. A conta só fecha, porém, quando se aplica os 35% de imposto de importação, os 13% de IPI para carros até 2.0 a gasolina e mais os 30% de IPI extras pelo pecado de ser fabricado no Japão. A soma ultrapassa os R$ 135.000.

Se você esquecer esse empecilho, o Prius servirá como referência do que um carro precisa para fazer a diferença no futuro. Mas a surpresa com o visual é diretamente proporcional ao estranhamento. Salvam-se o desenho dos faróis e o para-choque dianteiro. Em compensação, tudo no Prius é funcional. No teto há duas ondulações, que dão melhor fluxo de ar. A dianteira baixa e curta e o aerofólio traseiro também funcionam nesse sentido. Tal conjunto cria um baixo coeficiente de arrasto (Cx): apenas 0,25.

A bordo, é impossível não se impressionar com o grande painel digital central, que além das informações básicas traz uma espécie de central informativa de como o motor elétrico e o a gasolina trabalham. Você pode saber quanto da carga elétrica está sendo usada, quanto da energia do motor a propulsão vai para recarregar as baterias e até a proporção de energia gerada pelos freios, que também recarrega as baterias do propulsor elétrico.

Ele ainda faz contas minuto a minuto para lhe mostrar em quais trechos você gastou mais combustível. Chega a ser um perigo para quem gosta de números. Afinal, você tem de olhar para a frente, certo? A condução é fácil, mas requer prática. Seu freio de estacionamento está no pé e quando você aciona a ignição apenas sabe que ele está pronto por um "welcome" escrito no painel digital, pois não há nenhum ruído que lhe avise ser possível partir

A manoplinha azul que dá vida à transmissão CVT não fica na posição que ela mesmo indica. Você deve levá-la para a esquerda e movimentá-la para cima e para baixo para ver, no painel digital, em qual dos modos está (drive, ré ou neutro). Depois, a manopla voltará sempre para a mesma posição. Com um toque para baixo é acionada a função "B", que regenera a energia dos freios com mais intensidade.

Em Drive, ele sempre partirá em modo ECO, mas no console há três botões para afinar a condução. Caso você esteja preso em um trânsito caótico e com a bateria cheia, não hesite em acionar o EV (sigla de Eletric Vehicle). Assim, o Prius se mantém apenas com o propulsor de 650 volts funcionando até os 50 km/h. Sem barulho, sem poluição. Mas este modo requer calma com o acelerador: uma pisada mais funda e entra em ação o motor a gasolina. Usando essas duas opções de condução, rodam-se incríveis 19,3 km/l! Ele até poderia valer para você compensar o gasto a mais na compra. Mas ao compará-lo com modelos econômicos nacionais, os R$ 100.000 a mais pagos certamente não seriam recuperados nesta década

Ele também se diferencia de carros econômicos "comuns" pelo excelente espaço interno, principalmente para quem viaja atrás, e pelo nível de equipamentos. Há bancos de couro, sete airbags, ABS, ar-condicionado digital, trio elétrico, tudo de série. O desempenho é bom, em se tratando de um carro com consumo tão excepcional. Mas parece que ele tem menos do que os 138 cv divulgados. A culpa é dos 1.390 kg de peso. Mesmo em modo "Power", onde há 25% a mais de força para acelerar, ele não consegue empolgar.

Custos de manutenção e tempo de garantia não foram revelados. Segundo fontes, serão baixos e servirão para alentar a decepção com o valor tão alto proposto quando você se encontrar com o futuro dos carros. Algo que o mundo já conhece há tempos...

AO VOLANTE

DESEMPENHO Você certamente esperaria menos de um carro que faz 19,3 km/l na cidade. No entanto, não espere fortes emoções, nem fracas. Causa estranheza, também, o aumento do ruído na aceleração, culpa do motor que trabalha em ciclo Atkinson e do câmbio CVT.

SUSPENSÃO Se visualmente ele parece que vai se dar mal em curvas muito fechadas, na prática, a teoria é outra. Não deve nada a um Corolla e se mostrou bem adaptado ao castigado solo brasileiro.

TOYOTA PRIUS

BOM

+ Acabamento é digno de carros mais caros. Até os plásticos são de boa qualidade.

+ Consumo de combustível chega a 19,3 km/l na cidade. Um fenômeno!

+ Espaço interno e porta-malas são dignos de carros familiares.

+ Lista de equipamentos é excelente e os dispositivos tecnológicos encantam.

RUIM

- Por mais que seja a antecipação do futuro, por R$ 130 000 é melhor fi car no passado.

- Digamos que o desenho tem "identidade demais". Não é bonito, nem simpático.

- Há um "bip" intermitente ao engatar a ré. Dá vontade de entrar nas balizas de frente!

- Acelerando, ele é bom pelo que bebe e, ao mesmo tempo, ruim pelo que custa

Seu Bolso

Preço (estimado): R$ 130 000
Taxa de financiamento: 1,6%
Parcela mensal: R$ 2 425
(50% entrada + 36 vezes)
Emplacamento: R$ 1.100
(Primeira documentação, sem IPVA)
Seguro (estimado): s/ cotação
IPVA (4% – estimado): R$ 5.200
Garantia (estimada): 3 anos
1ª revisão (estimada): s/cotação
2ª revisão (estimada): s/cotação
3ª revisão (estimada): s/cotação
Gastos iniciais: R$ 73 725
(Docto. + entrada + 1ª parcela)
Desvalorização (1º ano): s/cotação
Desvalorização (2º ano): s/cotação

APESAR DOS BONS RESULTADOS da indústria brasileira nos últimos cinco anos e de o Brasil ter se tornado um oásis para as fabricantes de automóveis, quando você andar em um Prius entenderá o atraso no nosso desenvolvimento. A experiência de guiar mais de 800 km com um tanque de combustível na cidade é sensacional. O Prius também é um bom carro na acepção do termo. Tem espaço interno generoso, porta-malas grande, é confortável e bem equipado. Com ele  você não precisa abrir mão de nada para ter um modelo econômico. Se o desempenho não é dos melhores, também não deixa ninguém na mão. Ele anda muito mais que o seu 1.0, viu? E, no fim das contas, dá vergonha levarmos ao menos 10 anos para ter acesso a ele. E quando chegar, vai custar R$ 130.000. O híbrido que o mundo inteiro dirige, no Brasil, será para poucos...

AVALIAÇÃO: 4/5

Veja mais sobre o Toyota Prius no teste dos 100 dias: http://www.testedos100dias.com.br/prius

Fotos:
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Procedimento para desligar luz de serviço do Renault Megane 2.0 16V 2007


A luz de serviço do motor geralmente indica que o sistema do veículo possui algum tipo de avaria, o qual necessita reparo. Essa indicação varia de fabricante para fabricante e, em alguns casos, dentro da mesma marca, de veículo para veículo. Geralmente, é identificada por uma luz no formato de um motor, por uma chave fixa ou simplesmente, uma sigla. Na Volkswagen, por exemplo, utiliza-se o “EPC”, e no caso da Renault, há a indicação “Service”.
Porém, devemos ter ciência de que, muitas vezes, essa luz não indica alguma avaria grave, mas sim, que há algo errado no sistema de injeção do veículo.
DIAGNÓSTICO DA FALHA
Assim ocorreu com um Renault Megane 2.0 16V 2007 Automático. Ao perceber que a luz de avaria estava acesa, o proprietário encaminhou o veículo até a oficina para ter o diagnóstico da falha. Após realizar a leitura do sistema no conector de diagnose do veículo, verifiquei que nenhuma falha foi apontada. Também não havia nenhum registro de falha na memória da ECU. Outra análise realizada foi referente aos componentes elétricos do mesmo. Também não foi identificada nenhuma falha de qualquer componente.
Em conversa com o proprietário, questionei se recentemente havia sido realizado algum tipo de serviço nos componentes do veículo. O proprietário respondeu que havia levado o mesmo a uma casa de instalação de acessórios e que o veículo começou a apontar essa falha quando voltou. Assim, percebemos que o diálogo com o proprietário é uma etapa muito importante para o diagnóstico de falhas em um veículo.
Muitas vezes, aconselho que antes de realizar qualquer intervenção, faça essa consulta junto ao proprietário.
Dessa maneira, comecei a realizar uma nova análise para detectar se havia algo de errado e percebi que o botão de acionamento do piloto automático estava ativado.
Deduzi que esta é uma rotina do proprietário, apenas desligar o veículo quando chega a seu destino. Então, provavelmente a função estava ativada quando o veículo chegou a Casa de Acessórios. Lá, retiraram a bateria e ao reinstalar a mesma, a ECU efetuou Reset com a função ligada.
Quando o motorista ligava o veículo e acionava esse botão nas três funções, ocorria então o acendimento da luz de avaria.

IMPORTANTE
Embora muitos reparadores não saibam, sempre que for preciso retirar ou reinstalar a bateria, devemos conferir se há alguma função do veículo ativada.
Principalmente se esta interfere diretamente no funcionamento do motor ou dos sistemas auxiliares a este.
Como este caso não remete a alguma avaria realmente, podemos simplesmente apagar essa indicação. Para tal, segue abaixo.
Espero que tenham gostado dessa dica que é de grande valia em nosso dia-a-dia de oficina. Na próxima edição estaremos aqui para auxiliar você. Até a próxima.

PROCEDIMENTO
O procedimento para apagar a luz é simples e não necessita da utilização de scanner:
1. Ligue o contato;
2. Acione o botão do piloto automático nas três funções sem dar partida no veículo;
3. Desligue a função do piloto automático;
4. Dê partida;
5. A luz deverá se apagar.

**Fonte: http://www.oficinabrasil.com.br