terça-feira, 5 de abril de 2011

Os 10 utilitários esportivos mais baratos do Brasil

Confira a lista dos 10 SUVs mais acessíveis no país com seus preços e principais itens de série

Márcio Murta - fotos: divulgação
Chery Tiggo

Embora prevaleça no mercado brasileiro o comércio majoritário de automóveis populares, cresce cada vez mais a busca e as opções de utilitários esportivos, também conhecidos por SUVs. Com porte elevado, espaço interno de sobra e boa versatilidade, tais modelos se tornam opção mais requisitada para aqueles que precisam transportar a família, cargas e, ainda assim, ofereçam status.
Para conhecer um pouco mais sobre este segmento, confira abaixo a lista de utilitários esportivos mais acessíveis disponíveis atualmente no mercado brasileiro.
1º - Chery Tiggo R$ 52.990 – O utilitário esportivo mais acessível do mercado nacional é também um dos modelos com lista de itens de série mais completa. Com motor 2.0 16 V (135 cavalos de potência e 18,2 kgfm de torque), câmbio manual de 5 marchas e tração 4x2, o Tiggo conta com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo, freios ABS (antitravamento das rodas) com EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem), trio elétrico, sistema de som com leitor de MP3 e entrada USB, limpador e desembaçador traseiro, faróis e volante com regulagem de altura, rodas de liga leve aro 16”, entre outros.
2º - Ford Ecosport XL R$ 53.440 – A SUV de entrada da Ford conta com motor 1.6 8V bicombustível (107 cv e 15,3 kgfm de força com etanol), tração 4x2 e câmbio manual de 5 marchas. Sua lista de itens de série contempla direção hidráulica, ar-condicionado, além de limpador e desembaçador do vidro traseiro.
3º - Chevrolet Blazer Advantage R$ 67.993 – O modelo mais antigo entre os utilitários esportivos mais acessíveis conta com motor 2.4 bicombustível (147 cv e 21,9 kgfm de torque com etanol), câmbio manual de 5 marchas e tração traseira. Entre seus principais itens de série se destacam o sistema de ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS, faróis de neblina, coluna de direção com ajuste de altura, desembaçador e limpador do vidro traseiro e vidros elétricos.
4º - Mitsubishi Pajero TR4 GLS MT R$ 68.590 – O utilitário esportivo da Mitsubishi conta com tração traseira e oferece a seleção de tração 4x4, 4x4 com diferencial central bloqueado e 4x4 com diferencial central bloqueado e reduzida. Possui motor 2.0 16V flex (140 cv e 22 kgfm de torque com etanol), câmbio manual de 5 marchas e sua lista de itens de série contempla direção hidráulica, ar-condicionado, sistema de som com MP3 e entrada auxiliar USB e Bluetooth, limpador e lavador do vidro traseiro, airbag para motorista e trio elétrico.
5º - Hyundai Tucson 2WD R$ 68.900 – Equipado com motor 2.0 16V (143 cv e 18,7 kgfm de torque com gasolina) a versão mais acessível do Tucson oferece câmbio automático de 4 marchas e tração dianteira. Sua lista de itens de série contempla ar-condicionado, direção hidráulica, freio com sistema ABS e EBD, trio elétrico e rodas de aro 16” com pneus 235/60.
6º - Suzuki Grand Vitara R$ 75.000 - O representante mais acessível do SUV da Suzuki utiliza motor 2.0 16V (140 cv e 18,7 kgfm de torque), câmbio manual de 5 marchas e tração dianteira. De série o Grand Vitara possui ar-condicionado digital, direção hidráulica, trio elétrico, rodas de aro 17" com pneus 225/65, airbag duplo, sistema de som com controle no volante, entrada auxiliar para MP3 e disqueteira para 6 CDs, freios com ABS e EBD, entre outros.
7º - Ssangyoung Action R$ 82.000 – Apesar de não ser um modelo comum em nossas ruas, o Action é o sétimo  utilitário esportivo mais acessível de nosso mercado. Possui motor 2.3 (150 cv e 21,8 kgfm de torque com gasolina), câmbio automático e tração integral. A lista de itens de série do modelo contempla sistema de freios ABS, ar-condicionado digital, direção hidráulica, controle de estabilidade (ESP), trio elétrico, 6 airbags, entre outros, limpador e desembaçador do vidro traseiro.
8º - Kia Sportage R$ 83.900 – Equipado com motor 2.0 16V (166 cv e 20,1 kgfm de torque com gasolina), a versão básica do Sportage possui tração 4x2 e câmbio manual de 5 marchas. Entre seus principais itens de série se destacam a direção hidráulica, ar-condicionado, freios com ABS e EBD, sensor crepuscular, sistema de som com MP3, entrada auxiliar para iPod e USB, volante com regulagem de altura, limpador e desembaçador do para-brisas traseiro.
9º - Honda CR-V LX R$ 85.700 – O SUV da Honda utiliza motor 2.0 16V (150 cv e 19,4 kgfm de força com gasolina), câmbio automático de 5 marchas e tração dianteira. A configuração mais acessível do modelo oferece ar-condicionado, airbag duplo, sistema de freios ABS com EBD, trio elétrico, limpador e desembaçador do vidro traseiro.
10º - Hyundai ix35 R$ 88.000 – O SUV da Hyundai ocupa o último lugar da nossa lista de utilitário esportivos mais acessíveis. Ele utiliza motor 2.0 16V (168 cv e 20 kgfm de torque com gasolina), câmbio manual de 5 marchas, tração dianteira e entre seus principais itens de série do sul-coreano estão controle de estabilidade (ESP), freios ABS (antitravamento das rodas), EBD (distribuição da força de frenagem), TCS (controle de tração), 6 airbags, direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, sistema de som, entre outros.

**Fonte: http://carroonline.terra.com.br

10% de nossas peças de reposição são piratas

autopecas pirata Mercado: 10% de nossas autopeças são piratas


Segundo o Sindipeças, 10% da oferta nacional de peças para reposição automotiva são piratas. Estas autopeças entram ilegalmente no país, não arrecadando impostos e colocando em risco a segurança dos consumidores. De acordo com a entidade, a maioria das peças é proveniente da China e não atende as especificações brasileiras. Com US$4 bilhões de déficit, o setor tenta combater a pirataria para não perder mercado.

As peças piratas chegam muito mais baratas que similares nacionais ou importadas oficialmente. Um fator que colabora para a entrada dessas peças de preço barato e baixa qualidade é a desvalorização do dólar diante do real, que faz a peça pirata custar ainda mais barato.
Por questão de economia, os consumidores acabam por adquirir tais peças piratas muitas vezes pensando que são nacionais, ou muitas vezes sabendo da procedência, mas com o intuito de vender o veículo em um estado melhor. Sem garantia e segurança, o risco de acidentes é bastante alto.

**Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br

Diagnóstico e reparo dos freios do New Civic


Acompanhe o processo de diagnóstico e manutenção do material de desgaste do sistema de freios do Honda New Civic 2009, equipado com ABS
Fernando Lalli

A manutenção do sistema de freios é um dos aspectos mais importantes para a segurança do carro, senão o principal. Qualquer problema de funcionamento nesse sistema coloca diretamente a vida dos ocupantes do veículo em risco. Uma manutenção mal realizada pode causar danos e prejuízos tanto para o cliente quanto para o profissional da reparação. Por isso, todo cuidado é pouco!
Nesta matéria exclusiva, vamos realizar o diagnóstico e manutenção dos componentes de freio do Honda New Civic, ano de fabricação 2009, um carro com alto nível de equipamentos de segurança, sistema de freio a disco nas quatro rodas e equipado com ABS. O veículo está com 61 mil km rodados está em dia com as manutenções exigidas pelo manual, que indica que a manutenção preventiva seja feita a cada 20 mil km.
Ao se desmontar o freio dianteiro-direito no procedimento, descobrimos que a espessura do disco estava abaixo do limite mínimo recomendado: 18 mm, enquanto a especificação é 19 mm. Isso significa que foi dado um passe de retífica excessivo no disco. De acordo com o consultor técnico Ricardo Martins, da TRW Automotive, fabricante do sistema, fazer a retífica no disco de freio, na maioria das vezes, não é recomendável pois a espessura do disco está próxima do seu limite.
"Um disco mais fino que o normal não suporta a mesma carga de frenagem e vai superaquecer, formando trincas em sua superfície, assim podendo até se romper completamente durante uma frenagem brusca, com grandes chances de causar um acidente grave", explica Ricardo. Ele afirma que 1 mm abaixo da espessura mínima parece pouco, mas já é o suficiente para que tudo isso aconteça.
Além desse cenário, outro problema começava a acontecer, as pastilhas traseiras estavam vitrificadas (ou espelhadas). Esta vitrificação ocorre devido ao superaquecimento da peça, podendo estar relacionado ao mau uso ou a algum problema mecânico ou hidráulico do sistema, provalvelmente provocado pelo desgate das pastilhas dianteiras.
As pastilhas dianteiras estavam aparentemente em bom estado, mas os discos foram indevidamente retificados. Conclui-se que as pastilhas traseiras estavam trabalhando acima de sua capacidade, compensando a carga que o freio dianteiro não consegue suportar.
O técnico ressalta que a economia feita com o reaproveitamento de um disco fora de especificação pode ser um risco desnecessário. Hoje em dia, a diferença de preço entre a retífica e novos componentes não é tão grande, ou seja, vale a pena subistuir por novos.
Procedimento de manutenção
Depois de executados alguns testes básicos de diagnóstico, comuns a qualquer sistema de freio hidráulico (verificação das luzes de advertência, contaminção com água no fluído, nível, data de validade e aparência do fluido hidráulico, altura e firmeza do pedal de freio, estado e funcionamento do servo freio e altura da alavanca do freio de estacionamento), é o momento de se levantar o carro para observar a situação do material de atrito. Neste caso, foi feita a operação de troca de disco e pastilhas. Ao realizar o procedimento, não se esqueça de usar luvas e óculos de proteção.
1) Remova as rodas, sempre desparafusando em cruz. Levante o carro no elevador.
2) Após erguer o veículo, é importante verificar o estado dos flexíveis quanto a cortes, marcas e deformações que possam vir a se tornar ameaças para a segurança do cliente no futuro. Observe também a conexão do sensor do ABS e seu chicote para identificar alguma avaria.
3) Para chegar às pastilhas, solte os parafusos de fixação da pinça de freio, depois remova-o com o cuidado para não danificar o flexível. Não deixe a pinça suspensa ou solta. Prenda-a com arame ou um grampo em algum ponto onde não influencie o manuseio - por exemplo, a mola de suspensão - novamente evitando torcer ou danificar o flexível.
4) Neste caso, a pastilha dianteira ainda está em boas condições, assim como suas molas e sensor de desgaste [ou diapasão]. Outro ponto importante é o estado das coifas do êmbolo, que protege o sistema contra a entrada de sujeira no sistema. Se estiverem danificadas, substitua-as.
5) Para ter acesso ao disco, remova o cavalete. Não deixe de analisar o estado dos pinos-guias: veja se eles estão se movimentando livremente, lubrificados, sem empenamento e sem marca de corrosão.
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Obs: Limpe o cavalete antes de montar novamente. Isso é importante para que as novas pastilhas se movimentem livremente. O cavalete do Civic já apresentava um grau acentuado de sujeira que prejudicava a movimentação das pastilhas. Os pinos-guias também precisam de limpeza: com um pano que não solte fiapos, retire a sujeira e a graxa velha e verifique se há corrosão ou marca de batidas. Caso haja, substitua os pinos, caso não houver necessidade troca, lubrifique-os com graxa [que não seja mineral] e reinstale-os. O kit de reparo de vedação da TRW inclui a graxa adequada para essas peças.
6) A verificação do disco de freio começa pela medição de empenamento com o relógio comparador. O valor máximo de oscilação não pode ultrapassar a 1 décimo de milímetro (0,1 mm). Empenamentos acima desse limite causam trepidação durante a frenagem. No entanto, caso o valor encontrado esteja acima da especificação, isso não quer dizer que o disco seja a principal causa do problema, também deve ser feita a medição de empenamento no cubo da roda, que deve ser no máximo 4 centésimos de milímetro (0,04 mm). O Se o cubo estiver com empenamento a cima, deve ser substituído. Caso contrário, deve ser limpo antes da instalação do disco de freio. Qualquer impureza entre o cubo e o disco provocará má acomodação entre as peças e consequente trepidação durante a frenagem.
Obs: Para a medição do empenamento do disco, a peça deve ser apertada ao cubo. Mas, no caso do Civic, as porcas não batem no fundo do parafuso de roda por não serem vazadas. Por isso, utilize outras porcas (de preferência, iguais) como calço nos parafusos para fixar o disco.
7) Após verificar o empenamento do disco, retire-o e meça sua espessura com um paquímetro. Este disco em questão se encontrava com 18 mm de espessura, ou seja, 1 mm abaixo do especificado pela montadora. De acordo com o consultor técnico Ricardo Martins, o disco recebeu uma retífica, por isso estava mais fino. Mesmo com as pastilhas dianteiras em bom estado, em nenhum aspecto é vantajoso reaproveitar este disco. Para evitar esta situação, pastilhas e disco de freio deveriam ser trocados juntos.
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8) Coloque o disco novo observando a posição correta da furação dos parafusos centralizadores. Em seguida, reinstale o cavalete com torque recomendado pela montadora nos parafusos.
9) Antes de recolocar as pastilhas e a pinça, o êmbolo precisa ser retornado para sua posição original. Para fazer isso, feche o flexível com a ferramenta adequada, e abra o parafuso sangrador para retirar o fluído que está acumulado pa pinça, e empurre o êmbolo. Aquele fluído pode conter sujeira e caso volte para o sistema, pode causar sérios danos ao cilindro-mestre e ao ABS. Feito isso solte o estrangulador do flexível fixe a pinça no cavalete e faça a troca do fluido para freios
Obs: Utilize um sargento para retornar o êmbolo. Evite utilizar chave de fenda ou outra ferramenta, que possa danificar o êmbolo e seu alojamento

10) Reinstale as pinças e recoloque as rodas, apertando as porcas de forma cruzada, com o torque especificado pelo fabricante do veículo.
Freio traseiro
O procedimento de manutenção do sistema traseiro é semelhante ao do sistema dianteiro. A maior diferença esta no retorno do êmbolo traseiro, que para volta-lo é necessário o uso de uma ferramenta específica, pois o conjunto do embolo é rosqueado em um pino de acionamneto. Mas o o processo de estrangulamento do flexível é o mesmo. Contudo, deve-se prestar mais atenção quanto à vitrificação das pastilhas e a única forma de saber é desmontando-o, e não se esquecer das verificações dos pinos e reparos. No veículo utilizado, as pastilhas traseiras estavam dentro das especificações, exceto por sua área de atrito estar vitrificada.
Por causa disso, o freio praticamente perde sua função e sobrecarrega o sistema dianteiro. Acrescente isso aos discos dianteiro abaixo da medida mínima, que mal poderiam suportar a si mesmos em uma situação de uso extremo, e perceba o risco que o condutor do veículo e seus passageiros estavam correndo.
Assentamento das peças
De acordo com o fabricante consultado, em situações normais, os materiais de atrito do freio precisam rodar em torno de 500 km para assentar adequadamente. Logo, o mecânico deve pedir ao cliente que evite freadas bruscas durante esse período. O teste de eficiência recomendado, após a manutenção é frear suavemente de 60km/h a 20km/h entre 20 e 30 vezes a cada 30 segundos. Se ocorrer alguma falha, o sistema deve ser revisado novamente.

quarta-feira, 30 de março de 2011

ROTA adquire Hilux SW4 no lugar da antiga Blazer

hilux sw4 rota São Paulo: ROTA adquire Hilux SW4 no lugar da antiga Blazer
A nova aquisição da Polícia Militar de São Paulo mostra que a velha Blazer já não anda mais como antes, literalmente. Para termos uma idéia, a ROTA – Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar – adquire pela primeira vez em seus 40 anos de história um veículo que não é Chevrolet! A ROTA adquiriu 68 exemplares do Toyota Hilux SW4 com motor V6 a gasolina.
A corporação começou com a conhecida (e temida) Veraneio e bem depois chegou a Blazer. O comando da ROTA diz que a Blazer não oferece mais opção V6, por isso seria “fraca” para as operações com homens fortemente armados. Assim, tal como no Ceará, o Toyota Hilux SW4 caiu como uma luva. Durante a concorrência, a SW4 “derrubou” o Mitsubishi Pajero.

*Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br


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